Category: Espaço Você Repórter

Desordem na Estrada do Capenha

Na Estrada do Capenha, em frente ao antigo Colégio Servita São José,  a
calçada se tornou um depósito de lixo, em que os pedestres são obrigados a
passar pela rua correndo o risco de serem atropelados.
Toda a Estrada do Capenha encontra-se em obras, ocasionando um transtorno geral. A via está abandonada desde o seu início, onde tem a faculdade Estácio de Sá, até a Estrada do Pau Ferro, próximo à entrada da Linha Amarela.
Em frente à Praça de São Jorge é uma sujeira, uma desordem. A praça se tornou puro mato. No largo onde existe esta praça há um comércio irregular que invadiu a calçada deixando menos de 60 centímetros de passagem para os pedestres.
Precisamos fiscalizar e tirar o que é posse. Todas as calçadas da estrada estão desniveladas e sujas, como se já não bastassem os transtornos das obras que, pelo que fiquei sabendo, permanecerá até o final do ano.

Stella Ribeiro

S.O.S. Praça Padre Ambrósio

Pedimos providências para as diversas irregularidades que acontecem na Praça Padre Ambrósio, mais conhecida como Praça do Skate, no Largo do Tanque.
Desde setembro do ano passado a praça tem sido local de uso e venda de drogas. Alguns usuários abrem o porta-malas dos carros estacionados em torno da praça e roubam o que encontram. Uma moradora do local teve a casa invadida por um desses marginais, que não se intimidam e fazem o que querem. São adultos, adolescentes e crianças, que escondem as drogas em vários locais para usar depois ou passar para os colegas. O triste é observar que a polícia não toma nenhuma atitude eficaz para acabar de vez com o problema. Os moradores se tornaram reféns de covardes.
Além disso, a praça está imunda e sem cuidados; a quadra de futebol está com várias pedras e poças de água, impossibilitando as crianças de jogar bola; um dos braços da tabela de basquete corre o risco de cair a qualquer momento e machucar alguém; o aramado que cerca as quadras apresenta ferrugem e falhas em vários locais; além do desgaste dos brinquedos e a retirada de um escorrega que foi para o conserto e até hoje não voltou.
A bacia de skate se tornou uma “piscina” com as chuvas e a calçada da praça virou local de estacionamento de carros particulares e comerciais. Diariamente as pessoas que caminham ou correm em volta da praça tem que desviar dos veículos estacionados em cima da calçada. A Praça Padre Ambrósio está “agonizando” e precisa urgentemente de ajuda.

Moradores do Tanque

Um novo canal do mangue em pleno desenvolvimento

As pessoas que transitam pela ponte do Rio Grande, na Taquara, acabam passando por cima de (ou se deparando com) um verdadeiro manancial de esgoto e de diversos resíduos, a céu aberto. Esse fato tem se agravado de forma acelerada nos últimos anos. Atualmente, a cor daquilo que um dia foi chamado de água, é um tom cinza-escuro que chega a impressionar. O cheiro, então, é praticamente indescritível. Sobre aquilo que no passado já foi chamado de Rio Grande, flutuam diversos objetos, sacos plásticos com lixo, garrafas pets, manchas de óleo, corpos de animais e toda sorte de produtos indecifráveis navegam por uma calda escura, com odor semelhante ao do Canal do Mangue, localizado no Centro do Rio de Janeiro.
Já encaminhei diversas matérias sobre o assunto nos dois últimos anos, todas publicadas pelo Jornal Nosso Bairro Jacarepaguá de forma destacada, em que foram incluídas fotos e chamados de alerta às autoridades responsáveis pelo assunto. E, o que mais me impressiona é o fato de que esse tipo de problema continua se agravar, como se vivêssemos no passado, em uma época que a consciência coletiva ainda não tivesse despertado para a dimensão do problema ambiental. Não é necessário ser especialista para saber onde residem os principais focos de contaminação do nosso “ex-Rio Grande”, muito menos ser um gênio para compreender que as pessoas nada podem fazer, sobretudo devido à constatação da total indiferença das autoridades responsáveis pela questão.
Mesmo assim, não posso deixar de manifestar minha indignação com a insensibilidade do Poder Público com relação à causa dos mananciais hídricos de nosso bairro, sobretudo porque nós, que vivemos aqui, é que sentimos toda a insalubridade gerada pela inconsequência das atitudes de pessoas que os tornam essa verdadeira imundície. E ao mesmo tempo sentimos, de forma clara e evidente, a ausência de ações concretas das autoridades por nós estabelecidas para que cuidem de nosso Patrimônio Natural.
Para finalizar, ressalto que cada curso d’água que existe em nosso bairro acaba desaguando diretamente no Complexo Lagunar da Baixada de Jacarepaguá que, por sua vez, morre a cada instante. Mesmo assim, não consigo visualizar atos concretos e voltados para minimizar ou mesmo eliminar esse problema. E, mesmo sem querer, acabo tendo subsídio suficiente para concluir que, para algumas pessoas mal-intencionadas isso seja ótimo, visto que quanto maiores os danos, maior a necessidade de recursos para solucioná-los no futuro.
Realmente, meu desejo é que nossas autoridades Municipais, Estaduais e Federais possam, agir e eliminar de vez os focos de degradação de nossos cursos d’água. Caso contrário, estamos vivendo muito próximos ao “novo Canal do Mangue”… desta vez, de Jacarepaguá.

Neves Laera

Chuvas

Trabalho há pouco tempo em Jacarepaguá e no dia 3 de janeiro fiquei surpresa com os alagamentos ocorridos na região. Bastaram 3 horas de chuva para que as pessoas ficassem com água na altura da cintura, na Praça Seca e vários motoristas perderam carro no local devido à enxurrada. Gostaria de saber se há algum planejamento para que isso não aconteça mais ou se realmente isso continuará sendo algo comum no local?

Mônica Gonçalves

Sem espaço nas calçadas

É uma vergonha o descaso com as calçadas do bairro. A calçada em frente à Igreja da Graça de Deus na Estrada dos Bandeirantes, na altura do número 841 é um exemplo. Além de vários pneus encostados no muro que não se sabe exatamente o motivo, a calçada vira um lamaçal nos dias de chuva, impossibilitando totalmente o trânsito de pedestres, tendo os mesmos que passarem pelo meio da rua, arriscando suas vidas. É comum também jogarem lixo nessa mesma calçada, virando um verdadeiro caos. Peço a atenção do subprefeito Tiago Mohamed e que seja tomada imediatamente alguma providência.

Leo Costa