Category: Espaço Você Repórter

Fios no chão

Parece que virou moda a fiação ser “largada” na calçada do bairro. Após umas duas semanas com os fios soltos no chão sem que alguma providência eficaz fosse tomada para solucionar o problema, resolvi fazer fotos para que, talvez assim, algo seja feito para retirar os fios do chão. Visualizei o mesmo problema em dois pontos da Estrada do Tindiba, na Taquara. Um deles é bem na porta de uma escola infantil, localizada no número 2.414, e outro é no ponto de ônibus, na altura do número 2.510.

Vandalismo compromete segurança no BRT

Embarquei recentemente em um BRT e fiquei surpresa com o vão que fica entre as últimas e penúltimas portas do referido ônibus articulado. As borrachas foram arrancadas.

Em ruínas

Peço encarecidamente que as autoridades olhem com carinho para o nosso bairro e, principalmente, para a nossa história, que está literalmente indo para o brejo. O nosso aqueduto localizado na Colônia Juliano Moreira foi edificado em meados do século XVIII e, atualmente, está servindo de muro para uma casa que nem deveria estar ali. Turismo não é só o Cristo ou o Pão de Açúcar, quantas oportunidades estão sendo perdidas nesse quesito em Jacarepaguá com esse total abandono? Falam tanto de “legado olímpico”, porque essa parte do nosso bairro não pode fazer parte desse “legado”?

Núbia Corrêa

Cuidado! Não entre pelo cano

Diariamente trafego pelas calçadas da Avenida Nelson Cardoso, na Taquara, e recentemente fiquei assustada ao me deparar com um cano exposto na via, altura do número 1.054. O pedestre corre o risco de tropeçar no cano e cair ou fraturar um dedo após uma topada. Espero das autoridades providências a fim de evitar acidentes no local. A má conservação das calçadas tem sido um tema de destaque na região. Os leitores podem conferir a imagem do referido cano exposto no Google Maps.

Tereza Alves

Rio Pavuninha sofre com o descaso

Sou leitora assídua do JNB e gostaria de relatar um problema que tem deixado os moradores do bairro muito tristes e revoltados. O Rio Pavuninha, na Curicica, já causou muitos transtornos à população local no passado devido às enchentes. Agora, com as obras da Transolímpica, que acontece nas proximidades, ressurgiu a esperança de amenizar o sofrimento. Mas, infelizmente, essa esperança está indo “por água abaixo”, pois o rio está sendo mais uma vitima do descaso à natureza e ao meio ambiente. Ele continua igual, sofrendo com o assoreamento de diversos tipos de lixo e com as ocupações irregulares em suas margens.
O Hospital Municipal Raphael de Paula Souza também nada faz, mesmo sabendo que esse valão é situado a menos de 100 metros de distância de seu portão principal. Será que a Secretaria de Saúde não sabe que valões a céu aberto trazem diversos tipos de doenças e até óbitos como já temos tido aqui nas proximidades?

Maria Joana Gonçalves Xavier

Tampão enferrujado

Quero apontar uma falha na conservação dos tampões que vedam as galerias de gás, luz e esgoto do bairro. Trabalho na Taquara e pego o ônibus de retorno para casa no ponto em frente à Passarela da Taquara, na Estrada do Tindiba. Como mostra a foto, o perigo está nítido no local. Pois um tampão de ferro enferrujado foi corroído formando um buraco exatamente onde as pessoas se aglomeram para aguardar a chegada dos coletivos e, com o problema, podem, na distração para “correr” ao encontro dos ônibus, perderem o equilíbrio, cairem e se machucarem. Como cidadã, acredito que a troca do tampão possa ser rápida. Vou fiscalizar!

Maria Estela 

Garrafas na pista

A Rua Iriquitiá, na Taquara, além de possuir calçadas estreitas e abaixo da largura mínima de 1 metro, o que é uma falta de consideração com os pedestres, também sofre com o desrespeito por parte de motoristas que estacionam os carros nos portões das residências. Uma moradora da via decidiu improvisar colocando garrafas pet com plantas na pista em frente a sua casa no intuito de inibir o estacionamento irregular.

No meio do caminho tinham algumas pedras

Recentemente passei a trabalhar na Taquara e comecei a explorar a região com caminhadas no meu horário de almoço. Em uma delas, levei grande susto quando meu pé ficou preso entre as pedras chumbadas presentes na extensão da calçada e, ao observar aquele estranho fato, percebi que o mesmo acontecia em vários intervalos do passeio, junto aos postes próximos à estação de BRT Taquara.

Gostaria de saber o que os engenheiros que projetaram a obra pensaram ao realizar esse serviço, que parece inacabado? Graças a Deus não me machuquei. Mas pergunto: caso eu cortasse o pé, deveria responsabilizar quem?

Solicito, em nome de todos os transeuntes, uma vistoria no local, pois é inaceitável uma obra tão recente apresentar falhas que podem acarretar prejuízos à população.

Fátima Alves

Foco de mosquitos

Existe um grande foco de mosquitos da Dengue na Estrada dos Bandeirantes, em um terreno onde seria construído um prédio, mas a obra está abandonada. O espaço fica ao lado do depósito de doces Bela vista (número 240), na Taquara. No local há um lago artificial de 900 metros quadrados, cheio de água poluída que se acumulou com o passar do tempo. Ao fazerem as fundações, tiveram de remover a terra e a informação que tenho é a de que a profundidade chega a 8 metros, o que é um perigo para qualquer pessoa que venha a entrar no terreno. É grande a quantidade de mosquitos que sobrevoam o local e de larvas nesse lago.

Já comuniquei à Prefeitura, efetuando a denúncia pelo telefone 1746, mas não obtive garantias de que o problema seria solucionado, pelo fato de que o terreno constitui área privada. Gostaria de saber se algo será feito tendo em vista que o problema põe em risco a população.

Neves Laera

Faltam funcionários na estação BRT Taquara

“Não tem bilheteiro”. Essa era a resposta de quem chegava à bilheteria da movimentada estação BRT Taquara, por volta das 13h40, do dia 09 de fevereiro, para comprar créditos para o RioCard. A alternativa era enfrentar uma longa fila e tentar a compra em uma dos terminais de autoatendimento, tendo em vista que o outro se encontrava inoperante. Para quem precisava comprar apenas uma passagem apenas, a falta de funcionários na bilheteria da estação ainda causava outro transtorno, pois as máquinas de autoatendimento não dão troco. 

Danielli